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Preconceito Linguístico

em Qua Ago 23, 2017 5:16 pm
Eu, aluna Maria Paula, da turma 1º B, portador da dupla [Ilary Almeida e Maria Paula], comprometo-me a dar somente informações verídicas e de minha autoria intelectual, sob pena de advertência e zerar nota.

Bagno, Marcos de Preconceito Linguístico. Glossário Ceale, 2017.
O texto referido de Marcos Bagno aborda uma temática crucial para a formação do intelecto e contubérnio social; o preconceito lingüístico no Brasil. Através de quatro parágrafos objetivos, o autor constitui uma transcrição informativa e critica o ponto referencial que promove a expansão deste empecilho no Brasil. Faz-se o uso de uma linguagem evidente e um conteúdo rico em argumentações.
O autor destaca os modelos idealizados das normas padrões gramaticais e no modo de falar de cada indivíduo, com suas diferenciações, e cita: “... Prescrevem uma língua artificial, ultrapassada, que não reflete os usos reais de nenhuma comunidade atual falante de português, nem no Brasil, nem em Portugal, nem em qualquer outro lugar do mundo onde a língua é falada.” O discorrer acima manifesta o exemplo do brasileiro, que tem como uma de suas bases lingüísticas o português europeu do século XIX.
Em uma segunda análise originária do autor, o mesmo discursa acerca da principal fonte do preconceito lingüístico; a desigualdade social. O editorialista desenvolve sobre os rótulos e esteriótipos, referindo-se a população de classe média urbana contra outras classes sociais e regiões, relacionando as suas características socioeconômicas e socioculturais. Além de que a crítica se estende a instituição escolar, aonde o literato afirma que são as principais agências de difusão de tal preconceito e outras formas intolerância, concluindo que uma boa formação por parte dos docentes, tende a ser um progresso notório para uma visão equivalente e democrática para o rompimento deste ciclo habitual.
Principiando uma similaridade com o poema “O Poeta Da Roça” de Patativa do Assaré, constata-se uma dimensão do preconceito lingüístico relacionado ao homem de menor prestígio social, de pessoas que não se adaptaram ás normas e regras da língua portuguesa. Patativa de Assaré era analfabeto e o seu poema possui uma linguagem não-padrão, o que apresenta uma falta de investimento educacional no Brasil e de formação como docente, seguindo a idéia do autor Marcos Bagno.
É sugestivo a leitura e o aprofundamento do texto e tema, para pessoas que possuam um perfil de busca ao conhecimento e quebra de padrões, sendo contra a exclusão social. Visto que, o preconceito pelo modo de falar ou da escrita é plenamente desnecessário, pois o Brasil foi colonizado por diversos povos diferentes e a sua distinção foi a que compôs o país tão diversificado que é. Sendo assim, esse é um fator o qual deveria ser considerado natural e não motivo de discriminação.




Norma 1 - Ao enviar essa resenha comprometo-me a assumir a nota que me for concebida pelo professor juntamente com minha dupla.

Norma 2 - Comprometo-me a seguir as normas ABNT padrão e o modelo ensinado de resenha ensinado em aula.

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